Quinta, 22 de outubro de 2020
Política

22/07/2020 às 22h39 - atualizada em 01/10/2020 às 06h00

Redação

Peabiru / PR

Justiça Eleitoral finaliza julgamento do último processo que investigava a apreensão de materiais de campanha irregular do PT em vários endereços de Peabiru
Após receber a notícia de um dos envolvidos, a Redação do site apurou que foi julgado o último processo envolvendo a apreensão de materiais de campanha em pelo menos 4 endereços na cidade às vésperas da Eleição presidencial de 2018.
Justiça Eleitoral finaliza julgamento do último processo que investigava a apreensão de materiais de campanha irregular do PT em vários endereços de Peabiru

Após receber a notícia de um dos envolvidos, a Redação do site apurou que foi julgado o último processo envolvendo a apreensão de materiais de campanha em pelo menos 4 endereços na cidade às vésperas da Eleição presidencial de 2018.


Trata-se do processo nº. 0000075-31.2018.6.16.0074 (de conteúdo público), formado após a deflagração e cumprimento de quanto menos 05 mandados de Busca e Apreensão em endereços de membros e simpatizantes do Diretório Municipal do PT nesta cidade.


Há época, os mesmos adesivos encontrados circulando em veículos pela cidade, contendo Lula como candidato, quando este já não era, foram encontrados em alguns dos endereços mirados na busca.


A maioria dos envolvidos, no caso, os não reincidentes, acabou por aceitar o benefício de pagamento de um salário mínimo como forma de por fim aos seus processos.


No caso dos autos nº. 0000075-31.2018.6.16.0074, o último julgado, envolvendo a pessoa do vereador local que contatou a redação, o mesmo benefício não pôde ser concedido em razão de sua reincidência.


Com o aludido vereador, foram encontrados no interior de seu veículo, materiais contendo a pessoa de Lula como candidato misturados dentro de uma caixa de sapato com outros materiais contendo a pessoa de Fernando Haddad também como candidato. Haviam materiais empacotados porém não lacrados, como também materiais dentro de sua residência.





Ao final julgamento, foi firmado pelo Juiz o entendimento de que houve materialidade, ou seja, a apreensão de materiais dentro do carro e casa do réu, contudo, não foi levantado ao final prova cabal de que o mesmo estaria ou tinha intenção de utiliza-los nas ruas, assim como ocorreu com os adesivos encontrados em outros endereços.


Da sentença ainda cabe recurso, porém muito dificilmente haverá, uma vez que o Ministério Público manifestou no mesmo sentido.

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